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Equipe da Escola Sesi Senai Benedito Bentes é campeã da OBR 2020

Segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Competição é considerada a maior da América Latina na área de Robótica

A equipe Robomac, formada por alunos da Escola Sesi Senai Benedito Bentes, venceu a maior competição de robótica da America Latina, a Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), no Nível 2 – Ensino Médio.

O resultado, anunciado durante live transmitida pelo Youtube no último sábado (14), teve um sabor especial não somente para os alunos Evellyn Joana dos Santos Silva, 15, Girlene de Oliveira, 15, e Carlos Eduardo dos Santos Silva, 18, mas também para a  Rede Sesi Senai de Educação, que comemorou uma conquista inédita.

Quem conta é o professor de Robótica Eduardo Monteiro. “Desde 2015, nessa competição específica, a OBR, a gente vem sempre ‘batendo na trave’. O mais próximo de premiação que tínhamos alcançado foi o terceiro lugar em 2019 na categoria Ensino Médio. E, agora, a gente conseguiu se consagrar campeão nacional”, comemorou.

Segundo a supervisora de Educação Básica do Sesi/AL, Elaine Lopes, nas primeiras competições os resultados alcançados não foram muito expressivos. “Fomos evoluindo ao longo das competições e, reconhecendo nossa evolução e potencial, vislumbrávamos alcançar o primeiro lugar da competição. E assim, foi acontecendo, as conquistas e as premiações começaram a fazer parte da história da Escola Sesi Senai de Alagoas. Agora, o reconhecimento está aí, melhor equipe do Brasil, no maior campeonato de robótica da América Latina. Isso é sensacional!”, festejou.

Desafio foi totalmente online

A OBR 2020 ocorreu de forma totalmente online devido à pandemia de Covid-19. O grande desafio neste ano foi aprender a nova linguagem de programação do ambiente virtual, o sBotics, onde os alunos encontram modelos de robôs, escolhem um deles e desenvolvem a programação para que alcance os objetivos propostos pela competição.

Para o competidor Carlos Eduardo dos Santos, da 3ª série do Novo Ensino Médio da Escola Sesi Senai Benedito Bentes, o formato desta edição da OBR foi uma oportunidade de evoluir, principalmente, como programador. Ele também define a conquista como uma recompensa pelo esforço, dia após dia, com os treinamentos para a Olimpíada.

“Esse título é minha marca de esforço e de dedicação, aprendi a me dedicar para o que quero e que, assim, consigo. Aprendi a ser professor ao ajudar meus colegas nas suas dúvidas. Agradeço muito a todos por todo o apoio e, agora, posso dizer que saio da escola com um legado”, afirmou.

Outra integrante da equipe, Evellyn Joana, da 1ª série do Novo Ensino Médio, conta que aprendeu muito com os colegas durante a preparação para a competição. Ela afirma que o período que se dedicou junto aos outros integrantes da equipe desenvolvendo a nova forma de programação do robô valeu a pena.

“Com toda determinação e perseverança, conseguimos alcançar o primeiro lugar na [competição] nacional. E meu legado não chegou ao fim. Ainda tenho a oportunidade de participar da competição por mais dois anos e temos muito o que conquistar ainda.”, destacou.

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